Na tarde desta segunda-feira (31), por volta das 17h, motofretistas de Ascurra realizaram uma manifestação em frente à Prefeitura, com o objetivo de reivindicar melhores condições de trabalho.
Os trabalhadores de frete com motos pedem a disponibilização de bags (bolsas de transporte), cursos de qualificação e placas vermelhas, além do fim das multas consideradas injustas e da perseguição por parte da Polícia Militar.
De acordo com os motoboys, as fiscalizações estão sendo excessivas e as multas aplicadas sem justificativa adequada.
Durante o protesto, os manifestantes lançaram a hashtag #liberaabag e exibiram cartazes com slogans como “Na pandemia éramos heróis, agora somos taxados de bandidos”, expressando insatisfação com a atual situação da categoria.
Em resposta à manifestação, a Prefeitura de Ascurra emitiu uma nota oficial destacando que foi a primeira da região a buscar soluções para atender à legislação federal que regulamenta a profissão de motofretista.
A Prefeitura firmou parceria com o SENAT para oferecer um curso obrigatório de qualificação, mas até o momento, apenas 10 profissionais se inscreveram, sendo necessária a inscrição de 20 para formar uma turma.
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Além disso, a Prefeitura oferece suporte por meio da Sala do Empreendedor, auxiliando os motofretistas na regularização de sua atividade como Microempreendedores Individuais (MEI).
No comunicado, a administração municipal esclareceu que, embora respeite a legislação, não tem autoridade sobre as ações da Polícia Militar, que está sob o comando do Governo do Estado.
A Prefeitura segue disposta a manter o diálogo com os profissionais e reforçou que o curso gratuito continua disponível e que precisa de mais incrições para formar a turma.
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