Após paralisação nacional dos dias 31 de março e 1º de abril, os entregadores de aplicativos seguem mobilizados e adotam novas estrategias para pressionar as plataformas. Enquanto aguardam a Plenária Geral da categoria, marcada para o dia 9 de abril, os trabalhadores prometem manter uma série de ações para garantir que suas reivindicações sejam ouvidas.
Rejeição de corridas e paralisações pontuais
Uma das principais táticas adotadas será a rejeição de corridas abaixo de R$ 8, uma forma de forçar os aplicativos a melhorar os repasses aos entregadores. No caso de quem trabalha de bicicleta, a orientação é recusar pedidos acima de 3 km, que não tenham pagamento justo.
Além disso, os entregadores estão evitando pedidos agrupados, que fazem com que o trajeto aumente sem compensação financeira adequada. Essa estratégia busca reduzir a exploração do trabalho e pressionar as plataformas a reverem suas tarifas.
Outra medida anunciada serão as paralisações pontuais, organizadas pelo Comando da Mobilização. Esses “breques” serão comunicadas com poucas horas de antecedência, dificultando a reação das empresas e aumentando o impacto das ações.
Próximos passos e expectativas para a Plenária Geral
Entre as possibilidades em discussão estão novas paralisações e uma escalada na mobilização caso as empresas sigam ignorando as reivindicações da categoria.
A insatisfação dos entregadores cresceu diante de uma alegada falta de diálogo por parte das plataformas, que, segundo os trabalhadores, continuam adotando práticas para enfraquecer a organização.
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